Assim falei aos quatro ventos. No tempo em que meus pés descalços atravessaram o rio da razão: - É tempo de caçada! A serpente ficou na caverna levo a águia e meu alforje. Meus bastão está na outra margem e quando voltar estarei mais forte e ele se moldará em minhas mãos. São tempos de trazer à luz os enigmas que os incautos se recusam decifrar. São tempos de dor e ranger de dentes para os fracos e despreparados. D'outro lado não existe Creonte, nem Cerbero, nem mito algum. - É tempo de caçar e somente eu poderei correr as armadilhas.